O segundo
signo da Terra: Exacto, metódico, industrioso, discriminatório, inteligente. É o
signo de artífice ou do crítico.
Planeta:
Mercúrio.
Cor:
Cinzento ou azul-escuro.
Pedras:
Jaspe, róseo, jacinto.
Metal:
Mercúrio.
A principal
característica dos nativos deste signo, é o espírito de observação esplêndido
que evidencia. Analisa, mede e classifica tudo, e esta sua característica é-lhe
de utilidade na profissão que escolher, pois reconhece num relance as
potencialidades dos outros e distribui-lhes trabalho de acordo com elas. A
exactidão e o método são muito importantes para eles, e a maneira cuidadosa como
lida com as finanças pode trazer-lhe sucesso como banqueiro, guarda-livros, ou
qualquer outra ocupação que exija habilidade em assuntos. É pouco provável, no
entanto, que vá muito longe numa situação em que seja necessária autoridade,
pois, isso acarretaria ter de dar ordens, e quando este tipo tenta comandar os
outros causa muitas vezes ofensas não intencionais. Muitos nativos de Virgem
ficam nas bastidores e trabalham muitas vezes mais arduamente que seu colegas.
Essências e
Perfumes:
Essência
generalizada para os nativos do signo de Virgem:
Perfume de Jacinto
As pessoas
nascidas sob este signo são meigas, modestas, simpáticas, honestas, facilmente
impressionáveis, predispostas a análises críticas excessivas e dotadas de um
espírito metódico. Parece que sua vida não é fácil: as calúnias de que são
objecto atormentam-nas e, envolvem-se em litígios e processos sem fim. Mas não é
tudo, pois, também no aspecto físico, a sua vida não é mais fácil, pois parece
que estão sujeitas a ferimentos e principalmente a acidentes relacionados com as
pernas e os braços. Seria preferível não se nascer sob a influência deste signo
abençoado, pois, os seus nativos, interiormente consumidos pelo ciúme, nunca são
felizes. Ora, facto estranho, o perfume do jacinto actua, muito particularmente,
sobre a sexualidade, a libido, como diria Freud: “activando a sexualidade, torna
os nativos deste signo menos brandos e mais combativos”.
Perfumes mágicos
Para o
primeiro decano do signo do Virgem, o perfume mágico é a:
Gardénia
O poder
desta essência reside na sua propriedade de criar uma espécie de carapaça
protectora contra a maldade alheia, de que parece ser alvos todos os nascidos
neste decano. Este período é, com efeito, dominado por um espírito planetário do
Sol, de carácter reservado e calmo, amante da natureza. Isto explica a
predilecção dos nativos deste período pela harmonia e pela precisão, bem como a
seriedade do seu carácter honesto e afectuoso, que os leva, em certo sentido, a
oferecerem-se completamente desarmados à incompreensão do mundo. Daí a
importância do poder da gardénia, que, como dissemos, cria uma espécie de
carapaça protectora. Possui uma outra propriedade, que consiste em transformar a
sensualidade num sentimento nobre e generoso, abrindo as portas da santidade a
quem pretender trilhá-la: basta perfumar-se com gardénia. Este perfume deve,
segundo os textos de antigos livros, ser utilizado ao domingo e à sexta-feira.
Para o
segundo decano do signo do Virgem, o perfume mágico é a:
Acácia
Parece que
este é dominado por um espírito planetário que gravita em redor de Vénus,
exilado em eras muito recuadas do planeta Terra por ter feito uma concorrência
excessiva … O espírito de que falamos encontra-se particularmente ligado à
riqueza e, sobretudo, às especulações de toda a espécie, à sensualidade, à
avidez e desejo de acumulação de bens. O perfume mágico de acácia possui a
propriedade de limitar a tendência para acumular e ganhar a qualquer preço, o
que lhe permite conduzir os homens (e as mulheres) a um equilíbrio mais digno.
Relativamente ao amor, possui a característica de inspirar desejos menos
violentos e sentimentos mais simples e ideias mais ordenadas. Emprego mágico:
confeccionar saquinhos perfumados para colocar na roupa.
Para o
terceiro decano do signo do Virgem, o perfume mágico é a:
Aquileia Milefólio
A aquileia
milefólio é especialmente indicada para desenvolver a energia psicomental,
aumentar o interesse pela existência e portanto pela vida, facilitar a
intervenção da fortuna e, finalmente, combater a esterilidade intelectual e
física. Com efeito, é necessário saber que todos os indivíduos nascidos neste
decano são influenciados por um espírito preguiçoso que vegeta nas proximidades
de Marte. Torna-se evidente a necessidade de uma certa cautela. Os nativos deste
período encontram-se, além de predispostos a adiar para amanhã o que poderiam
fazer hoje, sujeitos a violentas depressões morais. O perfume mágico, em
saquinhos colocados entre a roupa, desenvolve uma energia psicomental
descontraída. Imprime pois uma sacudidela salutar.
Do signo
Virgem ficamos por aqui.
Curiosidades: Vibrações
É comum
falar de impressões como vibrações, ou frequências. Por exemplo, elas são a vida
da televisão, de rádio e até da Internet. A música é uma manifestação das
vibrações sonoras. O nosso corpo sem dúvida, exsuda uma variedade de emanações
que podem ser denominadas vibrações. Frequentemente ouvimos o termo “ondas
cerebrais”, e talvez seja um termo apropriado, pois é possível que por meio
delas um cérebro entre em contacto. Até pensamentos, provavelmente, são
transferidos dessa maneira, se é que o cérebro é o gerador / receptor de
pensamentos como afirmam ocultistas de todos os tempos. A telepatia (em
determinadas situações (01) pode depender para seu funcionamento de vibrações
entre pessoas. Os numerologistas dizem que todos nós reagimos às vibrações
matemáticas, por exemplo, de certa maneira a um três e de maneira diferente a um
quatro.
(01): -
Algumas vibrações reagem de forma diferente perante a força telúrica, o cosmo e
até situações climatéricas. Por exemplo, os celtas chegaram a ter pleno
conhecimento de que as forças telúricas podiam ser controladas pela mente, que a
energia mental interagia com outros campos de forças, e que a energia mental
podia direccionar aos canais, ou até mesmo gerar canais secundários de força.
Sabiam o que era a energia subtil, e que podiam aumentá-la de uma forma
significativa mediante certos rituais praticados em lugares especiais. Para isto
escolhiam e preparavam adequadamente os locais ideais para suas cerimoniais
religiosas. A realização dos festivais celtas não se prendia somente à
localização (muito importante), também tinham muito a ver com a época do ano,
com determinadas efemérides, por isto ocorriam em datas precisas, ocasiões em
que as forças cósmicas mais facilmente interagiam com as forças telúricas.
Podemos,
ainda, estender o conceito de telurismo ao gosto pelo fogo, por se constituir em
arquetípica essa relação que temos com esse elemento básico da vida, cuja origem
vem de tempos imemoriais, de antes até da existência do homem como hoje é
conhecida, nas palavras do nosso querido e saudoso amigo, Artur da Távola (O
Fogo, “in” Almanaque dos Gaúchos, 2. sem, Martins Livreiro Editor: Porto Alegre,
1998).